Eles assinaram suas SENTENÇAS de MORTE!
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Atualizado: há 2 dias
As Novidades da Igreja do Santuário[1] do domingo 5 de julho de 2026

“Sempre haverá um representante físico do Verdadeiro Pai aqui na terra, de uma geração para outra; haverá aquele eixo em que a Terra girará. Portanto, todos vocês aqui na terra e todas as pessoas nas gerações que virão estarão centradas no mesmo eixo.”
Pais, Filhos e o Mundo Centrado em si mesmo – 5 de junho de 1983 – Nova Iorque - A Vontade de Deus e o Mundo – pág. 733
Em 15 de outubro de 1999, em Punta del Leste, Uruguai, o Verdadeiro Pai disse: Portanto, se a Mãe, que está presente aqui, tiver seus próprios pensamentos e construir seu próprio ninho, isso se tornará um grande problema. Rev. Moon não ficará preso nisso. Mas se isso acontecer inevitavelmente, vou pular isso. Vou construir uma montanha novamente. Agora entramos na Era da Conclusão e se a (Verdadeira) Mãe não cumpre sua responsabilidade, existem muitas candidatas para substituir ela. (Os discursos selecionados do Rev. Sun Myung Moon, vol. 312, “A Providência através da Bênção”, p. 177)

Saudações!
Eu (Richard Panzer) iniciei o sermão na Igreja do Santuário de Newfoundland abordando como, segundo o Princípio Divino, a providência de Deus tem sido preparar uma nação capaz de acolher o Messias e de auxiliar no estabelecimento das Três Bênçãos nessa nação e em todo o mundo. Uma nação que não mate o Messias e que proteja a liberdade de expressão e de religião. Que incentive famílias sólidas e uma cultura centrada em Deus. Que permita a indivíduos e famílias concretizarem a terceira bênção, preservando e transmitindo os frutos de seus esforços às gerações futuras.
"Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas: que todos os homens são criados iguais, que são dotados pelo seu Criador de certos direitos inalienáveis, e que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade."
O documento fundador dos Estados Unidos não tratava apenas de queixas contra o Rei Jorge, mas, o que é mais importante, de seus ideais. O nascimento dos EUA foi singular pelo fato de seus fundadores terem proclamado a ideia de direitos inalienáveis, concedidos por Deus, que não poderiam ser retirados pelo governo sem o devido processo legal em um tribunal.
Vinte e um anos antes, em 1755, durante a Guerra contra os Franceses e Indígenas (nativo americano) o Coronel Washington, de 23 anos, era um dos 1.400 soldados britânicos sob o comando do General Braddock. Eles marchavam para capturar o Forte Duquesne, perto de Pittsburgh, quando foram atacados pelos franceses e indígenas. Durante a batalha, “Braddock foi morto e todos os oficiais a cavalo foram baleados, exceto Washington”. O jovem coronel escreveu mais tarde ao seu irmão:
"Mas, graças aos desígnios todo-poderosos da Providência, fui protegido além de qualquer probabilidade ou expectativa humana; pois tive quatro balas atravessando meu casaco e dois cavalos abatidos sob mim, e ainda assim escapei ileso, embora a morte ceifasse meus companheiros a todo o meu redor."
Um nativo americano que lutou na batalha declarou mais tarde: “Washington não nasceu para morrer por uma bala! Disparei dezessete vezes contra ele com meu rifle, em condições ideais, e, no entanto, não consegui derrubá-lo.”
Em 4 de julho de 1776, os 56 signatários da Declaração estavam assinando suas próprias sentenças de morte. Embora nenhum deles tenha sido executado pelos britânicos, cinco foram capturados, nove morreram em decorrência das privações da guerra e pelo menos 17 perderam suas casas ou fortunas. Muitos sofreram profunda ruína financeira, enquanto outros sobreviveram para construir carreiras políticas bem-sucedidas na nova república.
Richard Stockton (Nova Jersey): Capturado por legalistas e mantido prisioneiro em condições precárias. Foi libertado precocemente, mas morreu na pobreza em 1781. Francis Lewis (Nova York): Sua casa foi destruída e sua esposa foi mantida presa pelos britânicos durante meses, vindo a falecer pouco depois de sua libertação. John Hart (Nova Jersey): Forçado a fugir para florestas e cavernas enquanto sua esposa estava à beira da morte e seu moinho era destruído pelos britânicos. Thomas Nelson Jr. (Virgínia): Permitiu que as forças americanas disparassem contra sua própria casa (que os britânicos utilizavam como quartel-general). Mais tarde, morreu profundamente endividado.
Em seguida, mostrei um vídeo chamado: "Os Imortais de George Washington: Os 400 que salvaram o Exército Americano".
Isso retrata a luta e o sacrifício dos soldados — em sua maioria agricultores ou artesãos — que combateram os soldados profissionais do Império mais poderoso do mundo. Afinal, pelo que eles lutavam? Pela independência em relação à Inglaterra, é claro, mas não apenas por isso. Eles buscavam criar um novo tipo de nação, fundamentada na ideia de direitos concedidos por Deus. Infelizmente, levaria muitas décadas para que esse princípio fosse aplicado a todos os americanos.
A história dos Estados Unidos inclui uma luta para enfrentar o mal da escravidão. Foram necessárias oito décadas, a partir da fundação do país, para abolir a instituição da escravidão na América. Aqui está um panfleto abolicionista escrito em 1700. Estados individuais tomaram medidas para bani-la durante a Guerra da Independência e logo depois. Vermont proibiu a escravidão em 1777. Massachusetts proibiu a escravidão em 1780; a Pensilvânia, em 1780; New Hampshire, em 1783; Connecticut e Rhode Island, em 1783; Nova York, em 1799; e Nova Jersey, em 1804.
O economista Thomas Sowell escreveu o seguinte:
Embora a escravidão fosse comum a todas as civilizações, bem como aos povos considerados incivilizados, apenas uma civilização desenvolveu uma aversão moral a ela — e isso muito tarde em sua história: a civilização ocidental. Hoje, parece tão óbvio que, como disse Abraham Lincoln: "Se a escravidão não é errada, nada é errado". Mas a dura realidade é que, durante milhares de anos, a escravidão simplesmente não era uma questão em pauta, nem mesmo entre os grandes pensadores religiosos ou filósofos morais das civilizações ao redor do mundo.
E aquela única civilização que proibiu a escravidão foi a civilização judaico-cristã na Grã-Bretanha, na Europa e na América, com base nos ensinamentos bíblicos.
Mas, em 2026, como todos sabemos, a América está muito dividida. Muitos jovens voltaram-se para o socialismo. Zohran Mandami, um socialista muçulmano, tornou-se prefeito de Nova York este ano. Na semana passada, candidatos radicais apoiados por ele — integrantes dos Socialistas Democráticos da América (DSA)— conquistaram as indicações do Partido Democrata para o Congresso em Nova York e no Colorado.
Após este 250º aniversário, será que América, abraçará um futuro socialista? A plataforma DSA promete cuidados de saúde gratuitos, habitação pública e educação universitária gratuita. As pessoas precisam perceber que o estado que fornece tudo para você também controla você. É a criação de um estado todo-poderoso, como diz Kook Jin Nim, o Governo do Arcanjo.
Representantes dos DSA abraçam plenamente o ataque marxista à família. Vejamos o que eles dizem: “A análise socialista deixa claro que o modelo de família nuclear (pais com filhos) é uma instituição inerentemente repressiva, racista e heterossexista, que funcionalmente reforça e reproduz o capitalismo”. Aquilo que a família normalmente provê — alimentação, moradia, educação e cuidados com os filhos — seria “coletivizado”, o que significa que tais atribuições passariam a ser assumidas pelo governo.
Aqui está outra citação: “a única diferença real entre casamento e prostituição é o preço e a duração do contrato”. Parece que eles não querem que homens e mulheres se casem. Então, quem cuida das crianças? A visão socialista é que “Seus filhos pertencem ao Estado”.
Eu poderia dizer mais. Uma das candidatas tuitou "Morte aos Estados Unidos", mas talvez ela estivesse tendo um dia ruim.
A boa notícia é que se trata de apenas alguns radicais que representarão Nova York e o Colorado no Congresso. A má notícia é que os radicais assumiram o controle do Partido Democrata e, se vencerem as eleições de meio de mandato, causarão muitas dores de cabeça ao presidente Trump e ao nosso país.
Por um lado mais otimista, também observamos um aumento na frequência a serviços religiosos entre homens jovens nos EUA. Eis o que as pesquisas do Gallup apontaram:
Impulsionados por um aumento recente, os jovens do sexo masculino nos EUA superaram agora as jovens do sexo feminino ao afirmar que a religião é "muito importante" em suas vidas. Os dados mais recentes do Gallup, referentes a 2024-2025, mostram que 42% dos jovens homens consideram a religião muito importante, um aumento acentuado em relação aos 28% registrados em 2022-2023. Em contrapartida, durante esse período, o vínculo das jovens com a religião manteve-se estável em cerca de 30%.
Talvez, se os homens assumirem a liderança de suas próprias vidas e lares, as mulheres os seguirão? Irmãs, vocês gostariam de ver isso?
Houve uma queda na taxa de natalidade nos Estados Unidos e em muitos países ao redor do mundo. O principal fator que influencia o desejo das pessoas de ter filhos é a sua fé. Se você se preocupa com o futuro dos Estados Unidos, eu rezaria por um avivamento religioso.
O mandamento bíblico dado a Adão e Eva os abençoou para serem fecundos, multiplicarem-se e exercerem domínio sobre a criação. Devemos usar nossos dons e talentos para criar e disseminar bênçãos às nossas famílias, descendentes, comunidades e à nossa nação.
Espero que não se importem se eu compartilhar um dado econômico que explica por que a liberdade e o direito de possuir bens — sem que sejam confiscados pelo governo — mudaram o mundo, começando pela Grã-Bretanha, pela Europa e pela América, e espalhando-se por todo o globo. Em 1820, 94% da população mundial vivia em extrema pobreza. Em 1990, 35% viviam na pobreza e, em 2015, menos de 10% viviam nessa condição.
Para dar um exemplo: a Índia abandonou o socialismo em 1991. Desde as reformas de livre mercado implementadas naquele ano, a renda média no país triplicou ao longo das três décadas seguintes. Os mais pobres e os integrantes da casta mais baixa — os Dalits — foram os que mais se beneficiaram.
Jesus incumbiu seus seguidores de salvar almas pregando o evangelho — ou as boas novas — a todo o mundo. Outra proclamação de Jesus foi: "O Reino dos Céus está próximo". Deus quer salvar as pessoas, mas também quer transformar o mundo — que hoje é governado por reinos satânicos que usam a força e o assassinato para controlar as pessoas — em um mundo segundo a vontade de Deus, marcado pela paz, liberdade, justiça e prosperidade. Você gostaria de viver nesse mundo segundo a vontade de Deus? Gostaria que todas as pessoas também vivessem nele?
Eu então mostrei o discurso do Verdadeiro Pai, "Deus Abençoe a América", que ele proferiu no (Estádio) Yankee Stadium em 1º de junho de 1976. Aqui estão alguns trechos:
"Deus é supremamente altruísta, supremamente voltado para o bem comum. Quando a humanidade se rebelou contra Ele, Deus não se vingou; Ele perdoou. E Deus tem trabalhado incansavelmente para elevar os homens pecadores, tirando-os do pecado e conduzindo-os à salvação. Para isso, Deus enviou Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo. Mesmo ao custo de sacrificar Seu Filho, Deus quis salvar o mundo. Deus estabeleceu Israel como a nação escolhida. O propósito da nação escolhida é também salvar o mundo. E Deus suscitou o Cristianismo com o mesmo propósito: salvar o mundo.
Senhoras e senhores, acredito firmemente que os Estados Unidos da América foram, de fato, concebidos por Deus. Havia, contudo, dois tipos de pessoas entre os seus antepassados. Um grupo veio para esta terra em busca de riqueza. O outro veio em busca de Deus e da liberdade. Eles sonhavam em construir uma nação nova, centrada em Deus. Se o primeiro grupo tivesse se tornado a corrente dominante da América, teriam ocorrido conflitos, divisões e lutas muito maiores entre as diferentes raças e grupos nacionais.
Duzentos anos depois, a América passa por mais uma prova. Desta vez, a prova é de natureza interna ou espiritual. É uma prova religiosa, uma prova histórica e ideológica. Do outro lado do mundo, a ideologia comunista, que nega a Deus, ergueu-se e está pronta para lançar uma ofensiva total contra o mundo livre. Destruir a América é o objetivo final e supremo dos comunistas. Eles sabem que a América é o último baluarte de Deus na Terra. Mais do que tudo, trata-se de uma prova para saber se a América permanecerá firme como a nação de Deus ou se cairá.
A América não pode vencer esta batalha sozinha. Ela precisa de Deus. Nesta prova, não é possível vencer sem Deus, que é o fundamento de toda verdade e de toda ideologia verdadeira. Um confronto é inevitável entre os dois mundos: o mundo que afirma a Deus e o mundo que O nega. Trata-se de um confronto ideológico. Portanto, como defensora de Deus, a América deve triunfar ideologicamente sobre o comunismo ateu em escala mundial, com a unidade de todas as raças e nacionalidades. Nossa fé em Deus deve ser mais forte do que a fé deles no comunismo.
Os comunistas sabiam que não poderiam vencer uma guerra militar direta contra os EUA; por isso, buscam nos desmoralizar ao minar o amor e a confiança que temos em nosso país. Eles tentam nos dividir: ricos contra pobres, negros contra brancos, homens contra mulheres e religiosos contra não religiosos. Mas, como o Pai disse: "Nossa fé em Deus deve ser mais forte do que a fé deles no comunismo".
Sermão do domingo 5 de julho
[1] A "Igreja do Santuário" é uma abreviação do "Santuário da Unificação e Paz Mundial", que é uma frase inspirada da caligrafia em letras chineses, presenteada a Hyung Jin Moon por seu pai, Rev. Sun Myung Moon, no dia da cerimônia de dedicação do Cheon Bok Gung (santuário e nova sede em Yongsan, Seoul), 21 de fevereiro de 2010. O propósito do "Santuário da Unificação e Paz Mundial" é "preservar e propagar os ensinamentos baseados na Bíblia e no Princípio Divino do Reverendo Sun Myung Moon".



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